sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Nada de novo

Sem nada novo a dizer volto a cena, não consigo ficar calado o que as vezes é uma pena.
Quem fala demais dá bom dia a cavalo e quem dá idéia a mané manda tudo pro ralo.
Deixa quieto, muda o rumo da prosa, faltou assunto ofereça um rosa
Não proponho revolução, é pedir demais pra uma canção
Nada de novo eu tenho a dizer, mas precisava disto para viver
É como o ar nos meus pulmões se renovando de frente pro mar
Nada de novo...
Nada...
No segundo ato volto de fato, sem holofotes dou meu recado
Nada de novo mas tô renovado. caminho na rua sorriso estampado.
Desço a ladeira, dropo sem medo, vento na cara, o sorriso não para.
Neste momento eu sei quem eu sou. olha pra frente, é pra lá que eu vou.
O que deixo pra trás são marcas no asfalto lembrando a todos que vim lá do alto
E é pra lá que volto a cada sessão.. esta sim é minha missão: recomeçar...
A cada volta chegamos ao ponto de partida...
No fim de cada ladeira há sempre uma subida.

2 comentários:

Douglas Dias disse...

versão sonora desta postagem está em: http://www.myspace.com/douglas_diaz

Os Espartaquistas disse...

Cara, muito bom esse som!!
Que seja apenas o primeiro de vários...
Play!!!