Por mais idiota que isto possa parecer: sempre tentei ser fiel ao meu "estilo". E este tal estilo em alguns momentos, pode até ser considerado por alguns uma grande falta de estilo.. mas..
Com o tempo fui deixando o tal estilo de lado.. "abrindo a cabeça"... pois tal estilo, em meu caso, era em grande parte associada a música. Passei a ouvir coisas diferentes, admirar diferentes sabores. Porém, profissionalmente, caminhei em caminho contrário. Pois "no mercado" o estilo as vezes não é útil. É claro que em casos de artistas famosos isto não é verdade.. o estilo de arte é bem-vindo, mas este não é o meu caso. Voltando e tentando finalizar o raciocinio: profissionalmente o meu estilo foi tentar não ter estilo e musicalmente tentei em boa parte de minha vida seguir um estilo. Por mais aberto que o leque de opções musicais fosse, tinha certos entraves... E como um sinal dos tempos, tentei fazer algo que fugisse um pouco do tal estilo... Sei lá o que deu... Ouça e tome suas conclusões: www.myspace.com/douglasdias (música - você)
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Riscos e petiscos
E com um enorme frio na barriga e um monstro chamado incerteza em cima de seus ombros ele olha nos olhos da garota e dá seu primeiro beijo. Por mais bobinho que seja o exemplo inicial, o momento mostra algo que para alguns é uma sensação ruim, carregada de incerteza, de medo e para outros se torna algo viciante. A sensação de conquista é tão inebriante que supera o medo da rejeição, do erro... E se colocarmos o exemplo em outras áreas, como o trabalho, estudo e esporte, vemos que a sensação de incerteza, a jogada arrojada e principalmente a solução criativa podem nos trazer mais prazer do que os atos de nosso cotidiano. Não quero com isto colocar o exemplo como algo impulsivo e sem planejamento! Não! Isto pode ser feito com todo o planejamento do mundo, porém nos planos deve ser incluído o item “e se foder??”. Claro que ninguém entra no jogo pensando no resultado negativo, mas este deve ser cogitado. Se acha que não é bem assim, que tudo está bom do jeito que sempre foi, é só lembrar da sensação da manobra realizada, do contrato fechado e até mesmo do beijo roubado que a motivação vai as alturas. Afinal, quem não arrisca...
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